A GEOGRAFIA NA JORNADA DO TRABALHO!

Por Tássio “baiano”

Presidente Prudente-SP

Inverno de 2014

Chegou um momento de atenção,

é hora de dialogar.

Sobre o Mundo do Trabalho,

área instigante de pensar.

Debatendo suas serventias,

incluindo até as “geografias”

e o que devemos investigar.

A fala agora é diferente,

conversaremos rimando.

No intuito de instigar a todos,

a interpretar um mundo de desmando.

Onde o capital prevalece,

Com tanta barbárie que enlouquece,

os contrários a esse comando.

Se tratando de um viés acadêmico,

a dialética deve permanecer.

Como o modo de pensar mais lúcido,

para a realidade não se desvanecer.

Priorizando a relação sujeito-objeto,

focando a totalidade do jeito correto,

com a centralidade do sujeito a prevalecer.

A geografia do trabalho se liga à ontologia,

esta do ser social.

E para engrossar esse feedback das categorias,

do universo conceitual.

Aprimoramos a Geografia do Trabalho,

também como área do espaço global.

Como toda a geografia,

pautamos a dinâmica da sociedade.

Contudo nossa referência,

volta-se à subjetividade.

Alinhada as interfaces do Mundo do trabalho,

inclusive nas materialidades.

É por isso que o foco é o espaço geográfico,

pelas redefinições e contradições do processo social.

E o território, a paisagem e o lugar dos fenômenos,

movidos pela ação do capital.

Moldados de forma desrespeitosa,

por pessoas melindrosas,

Que (dês)constroem o mundo atual.

São saldos da reestruturação produtiva do capital,

alinhada à competitividade irracional,

sempre em busca de uma escala mundial,

Seguindo características de um planeta neoliberal,

que no resultado final,

A maioria dos seres se dão mal.

Se tratando da relação sociedade-natureza,

devemos nos aprimorar.

Pois a precarização do trabalho cresce,

de modo a assustar.

Junto à degradação ambiental inerente,

que envolve sujeito e agente.

Modificando cada lugar.

O tal do “Toyotismo Sistêmico”,

aparece vinculado a tudo isso.

Mudando métodos de padrões de gestão,

agora com mais compromisso.

Do trabalhador controlado,

dessubjetivado e fetichizado,

menos militante e mais omisso.

Calma!

Esse é apenas um momento da história,

que em outrora,

já possuiu momentos de glória.

Com resultados de vitória.

Esses, bons tempos guardados na memória.

Hoje o trem mudou,

Se distorceu até a relação,

do patronato e o empregado.

Com “parcerias” junto ao patrão,

Enquadrado em toda uma flexibilização,

da informalidade à terceirização.

Essa é só mais uma vinculação.

Falando-se em terceirização,

vinculada à mobilidade do trabalhador.

Seja ele agricultor ou doméstico,

E também camelô.

Enquadra-se todos aqui,

Outro bocado encaixa-se ali.

Sempre nesse vai e vem de horror.

Dentro desse emaranhado todo,

está a interpretação territorial,

resultante de uma processualidade social,

ligada a ditames do capital,

que apresenta–se aqui de modo essencial.

Em uma geografia do Trabalho,

ativa do “câmbio” ao canavial.

Finalizando esses versos rimados,

deixo aqui mais um abraço.

Sempre com ar de esperança,

Para nunca perder o compasso.

Combinando como Corinthians e Odebrecht

e alegre feito palhaço.

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