(CORDEL) O CORONAVÍRUS E UM RECADO AOS TRABALHADORXS

Olá trabalhador e trabalhadora,

é com você que venho aqui falar.

E também com outrxs demais,

que são sensíveis e se dispõem a lutar.

Em mais uma crise social,

trajada de viral,

que o mundo inteiro está a anunciar.

 

O momento requer bastante atenção!

Pois revela o risco iminente de morte com muita dor.

Pois exprime uma tragédia anunciada,

nesse vai e vem de horror.

Com a morte em massa,

e uma conta que ultrapassa,

qualquer racional aceitação de um rumor.

 

É certo que a olho nu,

vírus não tem cheiro, não tem gosto, não tem cor!

Por isso naturalizam a infecção entre classes,

essa sem nenhum pudor.

Mas quem observa um pouco sabe,

que esse é mais um traje,

para esconder a realidade do povo pobre e lutador.

 

É sabido que a doença veio de cima para baixo.

Ou seja, do estrangeiro para o território nacional!

Trazendo a desgraça do novo coronavírus,

praga que veio trazer um grande mal.

Pra completar vinda de rico para pobre,

em grande parte desse povim esnobe.

Que defendem a farsa econômica neoliberal.

 

 

 

Enquanto ser humano,

entendedor da proteção, transformação e salvamento de vidas, vejo como dever alertar,

a causa maior do horror,

que segue a nos amedrontar.

Pois em nome do objetivo do lucro de tudo se faz,

A permitir propagação do coronavírus ao pacto com o satanás.

 

Não se importam com mortes de trabalhadores humanos.

Pois querem mesmo nesse momento é adiantar,

assim podendo a doença se alastrar.

Independente de ser no Rio Grande ou mesmo no Amapá.

O que desejam mesmo é que a doença chegue,

para rapidamente assistirem de suas “ilhas” a morte do povo trabalhador chegar.

E assim amenizar a pandemia,

para a força do trabalho voltar a explorar.

 

Dentro dessa lógica quero aqui bastante atenção!

Para não caírem em conversa fiada

e em gogó de patrão.

Que de modo sínico e dentro dos carrões,

pedem a volta ao trabalho

e a circulação das multidões.

 

Na real da história,

eles querem mesmo é te ferrar.

E estão cagando e andando para você,

pois sabem se tu morrer podem tranquilamente te trocar.

Já que lhe enxergam enquanto bucha de canhão

e querem mesmo é lhe usar.

 

Então pessoas, é bom saber.
Seja índio, quilombola, operário, camelô ou agricultor.

É necessário compreender,

que no final se não nos cuidarmos e nos organizarmos,

somos nós que iremos morrer.

Já que de agora em diante se salvará quem mais se resguardar e a vida proteger.

 

Por isso essa noção da estrutura social é preciso,

mas com os cuidados individuais também não podemos sermos omissos.

Do banho, lavação das mãos ao uso da máscara,

que com fé, força e organização sairemos vivos dessa desgraça,

e mais fortes desse reboliço.

 

Sei que muitxs possuem dificuldade de se proteger,

porque vivem uma realidade cruel,

amarga feito fel,

precisando sair de casa para sobreviver.        

Mas nesse momento caótico digo para aceitar proteção e dar maior atenção,

a aquelxs que percebe lutar por você.

 

E para finalizar esses versos rimados,

aquele abraço de proteção quero desejar.

Já que a luta e o isolamento social segue como principal arma para essa pandemia acabar.

Para voltarmos o fluxo contínuo da vida

e uma sociedade justa e igual um dia abraçar.

 

Tássio Barreto Cunha

Prof. de Geografia do IFB/Ceilândia

Ireceence pé rachado e bunda vermelha do Canoão/BA.

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